Perguntas Frequentes

 In FAQs

“Uma dúzia de coisas que normalmente nos perguntam”

1 – Porque precisam de donativos, se são só voluntários?
Precisamos de garantir o bom funcionamento de uma estrutura que envolve tantos hospitais e, sobretudo, tantos voluntários. Cada núcleo tem uma coordenação remunerada; temos também contrato de trabalho com uma coordenadora geral e duas gestoras de projeto. Os membros dos Orgãos Sociais não recebem qualquer remuneração. Todas as formações que fazemos não envolvem qualquer custo para os voluntários, nomeadamente espaços, refeições, seguros, tshirts e claro, os formadores. Mesmo que, em grande parte dos casos, tenhamos apoios nestas necessidades, os valores têm de ser considerados no nosso orçamento anual.

2 – Porque não posso fazer voluntariado já hoje?
Não aceitamos voluntariado avulso: todas as pessoas necessitam de fazer uma formação obrigatória e entregar o seu Registo Criminal, assinar um contrato e receber o seu cartão de voluntariado com apólice de seguro incluída. Isso demora algum tempo. Também tem de existir um núcleo com disponibilidade para acolher mais voluntários.

3 – Quero muito ser Nuvem mas parece que não há vagas. Vale a pena enviar o meu contacto?
Não. Apenas serão contactadas as pessoas que cumprirem os requisitos descritos na área de recrutamento do site. Antes de se candidatar, aconselhamos a que leia atentamente os nossos pedidos de recrutamento e não se candidate para núcleos que não têm vagas disponíveis, pois a sua inscrição não será considerada.

4 – Para que serve a formação e porque é obrigatória?
Está previsto na Lei Geral de Voluntariado e garante que as bases do trabalho voluntário – perspectiva jurídica geral, procedimentos no hospital e técnicas de narração, por exemplo – são adquiridas nessa formação que se complementa, obviamente, com o trabalho nos hospitais, a cada noite que passa.

5 – Porque me pedem um Registo Criminal e um contrato de voluntariado?
O Registo Criminal é obrigatório por lei para todos os que trabalham com menores; o contrato é a única forma de qualquer voluntário estar seguro dos seus direitos e deveres perante a Associação.

6 – Vale a pena as crianças ouvirem histórias quando estão internadas?
O projeto piloto, durante seis meses, validou a nossa abordagem junto das pediatrias. Estamos a fazer uma avaliação de impacto com a Universidade Católica mas temos já dados empíricos: o ambiente no quarto fica mais relaxado, o nível de stress desce e, muitas vezes, as crianças adormecem no final da sessão. Descansamos ao fim de semana mas incentivamos os pais, mães e restantes cuidadores a contar histórias também nessas noites, para manter esta rotina.

7 – Porque é que só vão à noite aos hospitais e só contam a crianças?
A Associação tem de ter um foco e queríamos realmente ter um projeto inovador e diferente! Sabendo o impacto que as histórias têm no desenvolvimento das crianças e no seu relaxamento e preparação para uma noite bem dormida, apostamos nas idades pediátricas. Mas estamos dispostos a partilhar o nosso saber com quem queira ler e contar a adultos.

9 – Como é que sei se tenho jeito para contar histórias?
Todos temos aptidão para contar histórias mas às vezes ficamos um pouco nervosos por ser em ambiente hospitalar. Mas a verdade é que o importante é a entrega e a magia do momento. A formação ajuda na preparação das histórias. As crianças e os seus cuidadores gostam bastante deste mimo antes de deitar. ( Mas acredite: a sua pontualidade e compromisso pesam mais do que o talento para contar histórias!)

10 – Como é que irei escolher as minhas histórias? Dão-me os livros?
Na formação, damos as indicações necessárias para um saco bem recheado de todo o tipo de histórias mas cada voluntário tem de escolher e manusear os seus próprios livros. Cada pessoa gosta de um determinado tipo de histórias: mais ilustrada, com animais, poemas ou contos de fadas. Garantimos descontos em algumas livrarias. Também se podem contar histórias sem livro.

11 – Com que idade posso ser Nuvem?
A partir dos 21. Não há idade limite, desde que aguente as duas horas de ação em pé!

11 – Até onde vai esta Nuvem? Posso abrir um núcleo na minha cidade?
Vamos até onde seja necessário. Gostaríamos de ter um núcleo, pelo menos, em cada distrito. Para abrir um núcleo da Nuvem Vitória, há a necessidade de estabelecer um protocolo entre a Administração Hospitalar e a nossa Associação, lançar uma campanha de recrutamento, marcar formações e selecionar um/a coordenação que irá gerir o dia a dia no local. Tudo isto é feito a partir da nossa coordenação geral, em Lisboa, de forma a garantir o rigor e o profissionalismo que temos em todos os hospitais.

12 – Porque são uma Nuvem e se chamam Vitória?
A nossa inovação é estar quando e onde nunca ninguém esteve… não costumamos ver uma nuvem à noite e queríamos uma imagem fofinha que nos remetesse para os sonhos. E Vitória porque…”Vitória, Vitória… “

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